O uso consciente de mármores, granitos e quartzitos tem ganhado destaque no setor de arquitetura e construção, especialmente em um cenário onde a sustentabilidade é cada vez mais valorizada. Segundo o Diretor Administrativo Diohn do Prado, a escolha e aplicação estratégica desses materiais não apenas valorizam projetos, mas também contribuem para a preservação de recursos naturais, fortalecendo práticas responsáveis no mercado.
O valor ambiental de materiais naturais
Mármores, granitos e quartzitos são pedras naturais de alta durabilidade, o que significa que sua vida útil pode se estender por décadas sem perda significativa de qualidade. De acordo com Diohn do Prado, essa longevidade reduz a necessidade de substituição frequente, diminuindo a extração contínua de recursos. Além disso, o processamento desses materiais, quando realizado com tecnologia adequada, pode gerar menor impacto ambiental em comparação a opções sintéticas.
A durabilidade também impacta diretamente o ciclo de vida dos projetos. Ao utilizar pedras que resistem ao desgaste, manchas e impactos, é possível minimizar o descarte de resíduos e reduzir a demanda por novos materiais.
Redução de desperdício na extração e no corte
O aproveitamento integral dos blocos extraídos é uma prática essencial para reduzir o desperdício. Conforme Diohn do Prado, empresas que investem em maquinário de precisão e técnicas avançadas de corte conseguem otimizar o uso de cada bloco de mármore, granito ou quartzito, evitando perdas significativas. Essa abordagem permite que resíduos de corte sejam transformados em peças menores, revestimentos, bancadas compactas ou até elementos decorativos, agregando valor ao material.
Além disso, os subprodutos da extração podem ser utilizados em setores como pavimentação e produção de insumos para a construção civil, criando um ciclo produtivo mais sustentável.
Escolha consciente e certificações de origem
A escolha de fornecedores que seguem critérios de responsabilidade ambiental é um passo fundamental. Assim como destaca Diohn do Prado, priorizar empresas que adotam práticas de reflorestamento em áreas de mineração, controle de efluentes e uso racional de energia contribui para a preservação de ecossistemas locais. O selo de origem e certificações ambientais também funcionam como garantias de que a extração foi realizada de forma legal e ética.

A rastreabilidade desses materiais ainda proporciona mais segurança para arquitetos, construtores e consumidores, fortalecendo a confiança no produto final.
Uso inteligente no design e na construção
Integrar mármores, granitos e quartzitos de forma estratégica nos projetos vai além da estética. Ao selecionar áreas de aplicação que maximizam a durabilidade e resistência, como cozinhas, fachadas e pisos de alto tráfego, é possível reduzir manutenções e substituições ao longo do tempo. Conforme indica Diohn do Prado, a harmonização desses materiais com outras soluções sustentáveis — como iluminação natural e sistemas de reaproveitamento de água — potencializa o impacto positivo no meio ambiente.
Outra abordagem inteligente é a utilização de cortes modulares e formatos padronizados, que facilitam o transporte e a instalação, minimizando quebras e sobras durante a obra.
Impacto positivo para o meio ambiente e para o mercado
A adoção de práticas conscientes no uso de pedras naturais tem reflexos não apenas ambientais, mas também econômicos e sociais. Assim como frisa Diohn do Prado, consumidores estão cada vez mais atentos à origem dos materiais e à postura ambiental das empresas. Dessa forma, negócios que investem em sustentabilidade ganham vantagem competitiva, fortalecendo sua reputação e abrindo novas oportunidades de mercado.
Com um planejamento bem estruturado, é possível conciliar beleza, resistência e preservação ambiental, mostrando que a construção civil pode evoluir sem esgotar recursos naturais.
Conclusão
O uso consciente de mármores, granitos e quartzitos representa um caminho sólido para a preservação de recursos naturais e a promoção de práticas mais sustentáveis no setor de construção. Quando a extração, o processamento e a aplicação desses materiais seguem padrões de responsabilidade ambiental, todos saem ganhando — do meio ambiente ao consumidor final. Com exemplos e iniciativas como as apontadas pelo Diretor Administrativo Diohn do Prado, torna-se claro que aliar design e sustentabilidade não é apenas uma tendência, mas uma necessidade para o futuro da arquitetura e da construção.
Autor: Kalamara Rorys