A decisão de realizar uma cirurgia nunca é tomada de forma leviana. De acordo com a Dra. Dayse Ketren Souza, em muitos casos, os médicos optam primeiro por tratamentos menos invasivos, como medicamentos ou terapias, antes de considerar um procedimento cirúrgico. No entanto, há situações em que a cirurgia se torna indispensável para garantir a saúde e a qualidade de vida do paciente.
Mas como os profissionais avaliam essa necessidade? E quais são os principais cenários em que a intervenção cirúrgica é inevitável? Leia o artigo e entenda quando a intervenção cirúrgica é a melhor opção para garantir a saúde e a qualidade de vida dos pacientes.
Quando os tratamentos convencionais não funcionam?
Em diversas doenças, o tratamento inicial inclui medicações, fisioterapia e mudanças no estilo de vida. No entanto, quando essas abordagens não apresentam os resultados esperados ou quando a condição se agrava, a cirurgia pode ser a única alternativa eficaz. Esse é o caso, por exemplo, de hérnias de disco severas, onde a dor e a limitação dos movimentos persistem mesmo após meses de tratamento conservador.
Outro exemplo clássico que Dayse Ketren Souza pontua ocorre em doenças cardiovasculares. Pacientes com obstruções graves nas artérias podem ser tratados com medicamentos e dieta, mas quando o risco de infarto se torna iminente, procedimentos como a cirurgia de revascularização do miocárdio (bypass) se tornam essenciais. Assim, a cirurgia surge como uma solução definitiva para evitar complicações mais graves.

Em quais casos a cirurgia salva vidas?
Em emergências médicas, a cirurgia pode ser a única forma de salvar um paciente. Acidentes graves, bem como fraturas expostas ou hemorragias internas, exigem intervenções rápidas para evitar complicações fatais. Da mesma maneira, apendicites agudas precisam de remoção imediata do apêndice para evitar uma infecção generalizada, conforme explica Dayse Ketren Souza.
Além dos casos de trauma, certos tipos de câncer também demandam cirurgia como parte essencial do tratamento. Tumores que comprometem órgãos vitais, como o cérebro ou pulmões, frequentemente precisam ser removidos para evitar o avanço da doença. Nessas circunstâncias, a intervenção cirúrgica é a melhor alternativa para aumentar as chances de recuperação do paciente.
Como os médicos avaliam a necessidade cirúrgica?
A decisão de realizar uma cirurgia envolve uma análise detalhada do quadro clínico do paciente. Os médicos consideram fatores como a gravidade da doença, os riscos e benefícios do procedimento e a resposta do paciente aos tratamentos anteriores. Exames como tomografias, ressonâncias magnéticas e testes laboratoriais, por exemplo, auxiliam nessa avaliação, permitindo então um diagnóstico mais preciso.
Além disso, a idade, o histórico de saúde e a presença de outras doenças influenciam a decisão médica. Segundo Dayse Ketren Souza, em alguns casos, mesmo quando a cirurgia é recomendada, os riscos podem ser altos para pacientes debilitados. Por isso, a equipe médica sempre busca o equilíbrio entre a necessidade da intervenção e a segurança do paciente. Logo, a avaliação individualizada é fundamental para garantir a melhor abordagem para cada caso.
Quando a cirurgia é inevitável?
Em resumo, a cirurgia se torna indispensável quando não há outra forma eficaz de tratar uma condição grave ou quando a vida do paciente está em risco. Seja por falha dos tratamentos convencionais, por necessidade de salvar vidas em emergências ou por ser a melhor alternativa, a decisão cirúrgica é sempre pautada na busca pelo melhor desfecho possível. Portanto, a Dra. Dayse Ketren Souza reforça que o acompanhamento médico adequado é essencial para determinar o momento certo para essa importante escolha.
Autor: Kalamara Rorys
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital