A alta da taxa Selic tem provocado mudanças no comportamento dos investidores brasileiros, como apresenta o expert Gabriel Mit. Embora juros elevados geralmente tornem investimentos tradicionais mais atraentes, muitos estão buscando alternativas de maior risco, como as criptomoedas, em busca de retornos mais expressivos. Esse movimento reflete não apenas o apetite por ganhos acima da inflação, mas também a busca por diversificação e oportunidades em mercados globais.
Como a alta da Selic impacta os investimentos tradicionais?
Com a Selic elevada, produtos de renda fixa, como CDBs, Tesouro Direto e fundos DI, passam a oferecer retornos mais interessantes, tornando-se opções seguras e previsíveis. No entanto, Gabriel Mit aponta que esses investimentos ainda podem ser afetados por impostos, inflação e volatilidade econômica, por exemplo, o que limita o crescimento real do patrimônio ao longo do tempo.
Além disso, GbrMiT também frisa que o cenário macroeconômico incerto leva muitos investidores a reconsiderar suas estratégias. Logo, com a economia brasileira apresentando desafios estruturais e perspectivas de crescimento limitadas, quem busca retornos acima da média acaba explorando ativos com maior potencial de valorização, mesmo que isso signifique assumir mais riscos.

Por que investidores estão olhando para criptomoedas?
As criptomoedas oferecem uma alternativa atrativa para quem busca ganhos elevados e exposição a um mercado global. Segundo Gabriel Mit, apesar da volatilidade, ativos como Bitcoin e Ethereum demonstraram resiliência e valorização expressiva ao longo dos anos, funcionando como reserva de valor e proteção contra a desvalorização do real. Além do mas, o crescente interesse de grandes instituições financeiras e investidores institucionais tem fortalecido a confiança no potencial de longo prazo dessas criptos.
Outro fator relevante é a descentralização das criptomoedas, que permite aos investidores escapar de políticas monetárias restritivas e ampliar sua diversificação de portfólio. Com o avanço da adoção institucional e o desenvolvimento do setor, muitos enxergam as criptomoedas como uma aposta promissora de longo prazo, especialmente à medida que novos projetos e tecnologias, como contratos inteligentes e finanças descentralizadas, ganham destaque e agregam valor ao ecossistema.
Quais são os riscos dessa migração para ativos mais voláteis?
Apesar do potencial de valorização, as criptomoedas carregam riscos elevados, como forte volatilidade, regulamentação incerta e eventuais problemas de segurança em exchanges. Gabriel Mit frisa que investidores que não estudam o mercado ou entram impulsivamente podem sofrer perdas significativas, especialmente em momentos de baixa liquidez e correções bruscas.
Ademais, o expert também alerta sobre o risco de liquidez e volatilidade no mercado de criptomoedas. Ao contrário da renda fixa, que oferece estabilidade e previsibilidade, as criptos podem sofrer oscilações drásticas em um curto período, tornando difícil a realização de operações vantajosas em determinados momentos. Ademais, a falta de regulamentação e o alto grau de especulação tornam o mercado ainda mais instável. Sem um bom gerenciamento desses fatores, os investidores podem enfrentar grandes desafios para proteger seu capital.
A busca por retornos mais atraentes em meio à alta da Selic
Em suma, Gabriel Mit então conclui que o aumento da Selic tem levado investidores brasileiros a reconsiderarem suas estratégias, impulsionando a busca por ativos de maior risco, como as criptomoedas. Embora essa alternativa ofereça oportunidades de ganhos expressivos, exige conhecimento e cautela para evitar armadilhas do mercado. Diante desse cenário, a diversificação e a educação financeira são essenciais para equilibrar risco e retorno de forma inteligente.
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Autor: Kalamara Rorys
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital