Elmar Juan Passos Varjão Bomfim destaca que a engenharia de infraestrutura tem papel central na redução das desigualdades regionais no Brasil. Em um país marcado por diferenças históricas de acesso a serviços, mobilidade e oportunidades econômicas, obras estruturantes funcionam como instrumentos de integração territorial e inclusão social, criando bases concretas para o desenvolvimento sustentável.
Infraestrutura como vetor de integração regional
Regiões com infraestrutura precária enfrentam limitações que vão além da mobilidade. Segundo Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a ausência de rodovias adequadas, sistemas de saneamento, energia confiável e logística eficiente restringe o crescimento econômico e dificulta a atração de investimentos. Obras estruturantes corrigem essas assimetrias ao conectar territórios, aproximar mercados e ampliar o acesso a serviços essenciais.
Rodovias, ferrovias, portos e sistemas de transporte regional permitem que produtos circulem com menor custo e maior previsibilidade, fortalecendo economias locais e ampliando a competitividade de áreas antes isoladas.
Acesso a serviços essenciais e qualidade de vida
Além do impacto econômico, a infraestrutura influencia diretamente a qualidade de vida da população. De acordo com Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, obras de saneamento básico reduzem índices de doenças, melhoram condições sanitárias e promovem dignidade. Sistemas de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto são fundamentais para romper ciclos de vulnerabilidade social.

Da mesma forma, investimentos em energia e mobilidade ampliam o acesso à educação, saúde e oportunidades de trabalho, permitindo que regiões menos desenvolvidas se integrem de forma mais efetiva ao tecido urbano e econômico do país.
Geração de emprego e dinamização econômica
Grandes obras mobilizam cadeias produtivas inteiras. Conforme observa Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a construção de infraestrutura gera empregos diretos e indiretos, estimula o comércio local e fortalece setores como transporte, indústria e serviços. Esse efeito multiplicador cria novas fontes de renda e impulsiona o desenvolvimento regional.
Além disso, a presença de infraestrutura adequada atrai empresas, indústrias e centros logísticos, criando um ciclo virtuoso de crescimento que amplia a arrecadação e possibilita novos investimentos públicos.
Planejamento estratégico para reduzir desigualdades
Para que obras estruturantes cumpram seu papel social, é necessário planejamento estratégico. Elmar Juan Passos Varjão Bomfim ressalta que a escolha dos projetos deve considerar impactos de longo prazo, vocações regionais e necessidades reais da população. Obras bem planejadas evitam desperdícios e garantem que recursos sejam direcionados para áreas com maior potencial de transformação social.
Ao unir técnica, visão de futuro e responsabilidade, a engenharia de infraestrutura se consolida como ferramenta poderosa na redução das desigualdades regionais. Quando bem executadas, obras estruturantes não apenas modificam paisagens, mas transformam realidades, promovendo desenvolvimento equilibrado e oportunidades mais justas para diferentes regiões do Brasil.
Autor: Kalamara Rorys